segunda-feira, outubro 17, 2005
Quantas vezes morremos?
Quantas vezes morremos em uma única vida? Quantas vezes nascemos de novo? Quantas vezes acordamos e ao olhar no espelho encontramos alguém diferente daquele que escovou os dentes na nossa frente algumas horas atrás?
Mudamos, todos os dias. Não são somente novas células que nascem, envelhecem e morrem, nem nosso cabelo que perde a cor ou cai. Não são apenas nossos olhos que parecem mais cansados a cada manhã, nem nossos joelhos que se desgastam a cada dia. Ficamos diferentes ao nos redescobrirmos, ao perceber nossa vida de uma outro ângulo, de outra forma que não aquela a qual sempre nos habituamos.
Engraçado como precisamos de alguém para nos ajudar nessa descoberta. A descoberta de nós mesmos nunca é uma viagem solitária. Quanto mais fundo precisarmos mergulhar em nossas mentes e almas, mais precisaremos de alguém que nos ajude, que nos instigue a querer ir mais longe.
A única maneira de encontrar as respostas as quais buscamos é formulando as perguntas certas. Muitas, simplesmente, não tem resposta e isso pode ser o resultado da busca de uma vida: admitir que não temos todas as respostas no fundo de um baú guardado em algum lugar do nosso inconsciente.
As perguntas, muitas vezes, não tem por objetivo encontrar uma resposta, mas instigar o pensamento. Pode ser que nunca achemos uma resposta, ou uma única resposta. Pode ser que encontremos nenhuma ou centenas de possibilidades para um mesmo problemas e isso não quer dizer que há mais ou menos sabedoria. A sabedoria está realmente em buscar fazer as melhores perguntas.
Mudamos, todos os dias. Não são somente novas células que nascem, envelhecem e morrem, nem nosso cabelo que perde a cor ou cai. Não são apenas nossos olhos que parecem mais cansados a cada manhã, nem nossos joelhos que se desgastam a cada dia. Ficamos diferentes ao nos redescobrirmos, ao perceber nossa vida de uma outro ângulo, de outra forma que não aquela a qual sempre nos habituamos.
Engraçado como precisamos de alguém para nos ajudar nessa descoberta. A descoberta de nós mesmos nunca é uma viagem solitária. Quanto mais fundo precisarmos mergulhar em nossas mentes e almas, mais precisaremos de alguém que nos ajude, que nos instigue a querer ir mais longe.
A única maneira de encontrar as respostas as quais buscamos é formulando as perguntas certas. Muitas, simplesmente, não tem resposta e isso pode ser o resultado da busca de uma vida: admitir que não temos todas as respostas no fundo de um baú guardado em algum lugar do nosso inconsciente.
As perguntas, muitas vezes, não tem por objetivo encontrar uma resposta, mas instigar o pensamento. Pode ser que nunca achemos uma resposta, ou uma única resposta. Pode ser que encontremos nenhuma ou centenas de possibilidades para um mesmo problemas e isso não quer dizer que há mais ou menos sabedoria. A sabedoria está realmente em buscar fazer as melhores perguntas.
Comments:
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Adorei o texto...é realmente isso que acontece todos os dias, e se não fosse assim, talvez não tivesse graça, sem mudanças, sem problemas, e, consequentemente, sem crescimento...
É para refletir mesmo!
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