terça-feira, janeiro 24, 2006
Encontros Inusitados
Encontros inusitados, inesperados e improváveis são as vezes melhores do que aqueles aguardados, imaginados e trocados por noites e noites de sono. Encontros ao acaso não contam com o fator decepção, se a pessoa encontrada virar a cara, der um sorriso sem graça, ou um simples “oi” não será, nem na mais cruel imaginação, tão dolorido quanto aquele encontro que não sai exatamente quanto pensamos, quanto sonhamos.
É incrível como almas se juntam e se separam. Pode durar uma semana ou um século. Durante o ciclo que estão juntas, nem água fervendo separa, nem gelo, nem o fim do mundo, nada. Mas, num segundo seguinte, uma simples brisa, pode levemente, levar cada um para um lado, separar para sempre, mandar embora junto com o tempo, com o vento, com o mar. Até então, em uma tarde de domingo qualquer, anos depois, naquela mesma escada, naquele mesmo balcão de bar, as duas mesmas almas se reencontram.
Agora são duas histórias completamente diferentes daquelas. Duas pessoas estranhas, que, num breve espaço de tempo, resgatam um fio, um sentimento, que num momento tiveram em comum.
Depois de um algumas frases a vida segue, os ciclos já não se cruzaram mais, as palavras já não soam da mesma forma, os olhares já não brilham na mesma intensidade, mas fica uma ponta de recordação e melancolia. Uma fundo frio e amargo de café na xícara branca.
É incrível como almas se juntam e se separam. Pode durar uma semana ou um século. Durante o ciclo que estão juntas, nem água fervendo separa, nem gelo, nem o fim do mundo, nada. Mas, num segundo seguinte, uma simples brisa, pode levemente, levar cada um para um lado, separar para sempre, mandar embora junto com o tempo, com o vento, com o mar. Até então, em uma tarde de domingo qualquer, anos depois, naquela mesma escada, naquele mesmo balcão de bar, as duas mesmas almas se reencontram.
Agora são duas histórias completamente diferentes daquelas. Duas pessoas estranhas, que, num breve espaço de tempo, resgatam um fio, um sentimento, que num momento tiveram em comum.
Depois de um algumas frases a vida segue, os ciclos já não se cruzaram mais, as palavras já não soam da mesma forma, os olhares já não brilham na mesma intensidade, mas fica uma ponta de recordação e melancolia. Uma fundo frio e amargo de café na xícara branca.
Quando ela dobra a esquina um vento frio seca a lágrima doce da esperança de ter o que nunca se teve.
