terça-feira, outubro 31, 2006
com a mão na cabeça pra não perder o juízo

Tempos baianos, 3 meses que pareceram ter 360 dias cada um. Numa praia paradisíaca na Bahia, à direita a Costa do Sauípe, à esquerda Praia do Forte e suas tartarugas, à frente o mar da Bahia, azul, rico, lindo, lá eu morei.
Por todos os lados cores, pássaros, micos, árvores. Sabor de moqueca de lagosta à Sombra da Mangueira, do café espresso do Jerimum, cheiro de areia, de mato. Sons das ondas, dos cantos, da capoeira, do fundo do mar, do povo.
Povo que vai e vem num ritmo que eu não conhecia. Mulheres de quadril largo, do “balaio grande” subindo as ladeiras do pelourinho como fosse sempre carnaval.
Quanta saudade da paz da Bahia, da cor do mar, do céu, da areia branquinha.
Saudade que me fez pintar, pintar pra Bahia, uma baiana. Baiana que dá com as mãos na cabeça, que é pra não perder o juízo. Ômi quá!
Por todos os lados cores, pássaros, micos, árvores. Sabor de moqueca de lagosta à Sombra da Mangueira, do café espresso do Jerimum, cheiro de areia, de mato. Sons das ondas, dos cantos, da capoeira, do fundo do mar, do povo.
Povo que vai e vem num ritmo que eu não conhecia. Mulheres de quadril largo, do “balaio grande” subindo as ladeiras do pelourinho como fosse sempre carnaval.
Quanta saudade da paz da Bahia, da cor do mar, do céu, da areia branquinha.
Saudade que me fez pintar, pintar pra Bahia, uma baiana. Baiana que dá com as mãos na cabeça, que é pra não perder o juízo. Ômi quá!
